O Instagram de restaurante que vende (e o que trava o seu)
Tem restaurante com 8 mil seguidores e mesa vazia na terça. E tem restaurante com 2 mil que vive cheio. A diferença não é o número de seguidores — é se o Instagram vende ou só decora.
Seguidor não paga conta — movimento paga
Curtida não enche caixa. O que importa é se o perfil transforma quem vê em quem pede. Um Instagram que vende faz três coisas bem:
- Para o dedo com vídeo que dá fome nos primeiros segundos.
- Deixa claro o que pedir e como (cardápio fácil, link na bio que funciona).
- Aparece com constância pra não esfriar com o algoritmo.
O que trava o seu
- Bio confusa: o cliente entra e não sabe o que você vende nem como pedir.
- Link quebrado ou escondido: perdeu o pedido na hora da fome.
- Conteúdo sem gancho: vídeo que começa devagar é vídeo que ninguém termina.
- Foto fraca do prato: se não dá fome na tela, não vira pedido.
O ajuste que move o ponteiro primeiro
Comece pela foto e pelo vídeo do prato. É a base de tudo — rede social, anúncio e cardápio. Comida que dá fome na tela é o que abre o apetite antes de qualquer palavra.
Esse é o primeiro pilar da rede social que enche a casa — e a gente executa ele inteiro pra você.
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